A jornada do cidadão por um Judiciário que responde.
Escola, saúde, o primeiro documento. Foi aqui que a Aurora matriculou a Eduarda.
Título de eleitor, emprego, banco, casa. A Eduarda cresceu — e cruzou com a Justiça Eleitoral, a do Trabalho, o juizado.
A Dona Maria chegou aos 62. Pediu a aposentadoria. E recebeu uma carta.
Costureira. Mãe da Eduarda. Nunca entrou num fórum.
Não tem advogado. Tem um celular — e lembra da Aurora.
Ela pediu a aposentadoria. Semanas depois, chegou uma carta.
O agente não é um produto fechado: é um modelo aberto, com ferramentas padronizadas, rodando onde o tribunal decidir.
O modelo roda na infraestrutura do tribunal. Nenhuma peça processual vai para a API de terceiros.
Cada sistema vira um servidor MCP: integra uma vez, qualquer agente reutiliza.
Surgiu um modelo melhor? Troca-se o modelo, não a plataforma nem as integrações.
As diretrizes do CNJ para o uso de IA (Res. 615/2025) pedem exatamente o que uma plataforma aberta entrega. validar redação com a resolução
A IA apoia; quem decide é uma pessoa.
Toda minuta nasce marcada como sugestão e só segue depois de revisão e assinatura humanas.
Ser capaz de explicar o que a IA fez e por quê.
Cada consulta, cada ferramenta chamada e cada fonte citada ficam registradas. Modelo e código são abertos e inspecionáveis.
Dados processuais e pessoais sob controle da instituição.
On-premises ou em nuvem híbrida sob governança do tribunal — sem enviar peças para serviços externos.
Não ficar refém de um fornecedor ou de um modelo.
Modelos intercambiáveis, padrões abertos (MCP, Kubernetes) e a mesma plataforma em qualquer infraestrutura.
Agentes de IA abertos, auditáveis e dentro de casa — para um Judiciário que responde.