Do processo digital à jornada inteligente do cidadão.
Autos físicos, carimbo, balcão. A Justiça acontece onde o processo está.
PJe, eproc, SEI, Balcão Virtual. O Judiciário brasileiro se tornou um dos mais digitalizados do mundo.
Agentes de IA que entendem o pedido, agem nos sistemas e preparam o trabalho para uma pessoa decidir.
O gargalo deixou de ser o transporte do papel. Passou a ser a atenção das pessoas.
A diferença não é o modelo ser mais esperto. É ele ter ferramentas, limites — e alguém a quem prestar contas.
Lê a petição, a foto da carta, a pergunta em linguagem do dia a dia.
Normas, precedentes e manuais do próprio tribunal — não a memória do modelo.
Usa os sistemas que já existem: processo eletrônico, SEI, agenda, avisos.
Registra cada passo, cita cada fonte e entrega para uma pessoa aprovar.
O agente não é um produto fechado: é um modelo aberto, com ferramentas padronizadas, rodando onde o tribunal decidir.
O modelo roda na infraestrutura do tribunal. Nenhuma peça processual vai para a API de terceiros.
Cada sistema vira um servidor MCP: integra uma vez, qualquer agente reutiliza.
Surgiu um modelo melhor? Troca-se o modelo, não a plataforma nem as integrações.
As diretrizes do CNJ para o uso de IA (Res. 615/2025) pedem exatamente o que uma plataforma aberta entrega. validar redação com a resolução
A IA apoia; quem decide é uma pessoa.
Toda minuta nasce marcada como sugestão e só segue depois de revisão e assinatura humanas.
Ser capaz de explicar o que a IA fez e por quê.
Cada consulta, cada ferramenta chamada e cada fonte citada ficam registradas. Modelo e código são abertos e inspecionáveis.
Dados processuais e pessoais sob controle da instituição.
On-premises ou em nuvem híbrida sob governança do tribunal — sem enviar peças para serviços externos.
Não ficar refém de um fornecedor ou de um modelo.
Modelos intercambiáveis, padrões abertos (MCP, Kubernetes) e a mesma plataforma em qualquer infraestrutura.
Não comece pela IA. Comece por uma fila que dói — e por uma pessoa que vai continuar decidindo.
Uma fila, um tipo de demanda, um time disposto. Defina o que é sucesso antes de ligar o modelo.
OpenShift AI, um modelo aberto e a base de conhecimento do próprio tribunal.
Dois ou três sistemas expostos via MCP. O agente sugere; o time aprova, corrige e ensina.
Tempo de triagem, retrabalho, satisfação. A segunda jornada reaproveita tudo.
Agentes de IA auditáveis, soberanos e em produção — na plataforma que o Judiciário já conhece.